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O mistério por detrás dos repolhos

Para os mais famintos e desavisados leitores, esta matéria não aborda nenhuma espécie de receita ou qualquer evento culinário. Para os que não estão preparados para a verdade nua e crua, no caso dos repolhos, mais para crua do que nua, sugerimos repolho1.jpgque parem por aqui, um abraço e até a próxima. Mas, se você prosseguiu, lembre-se: é por sua conta e risco, pois a verdade é chocante. Começamos então, com um antecipado e bradante – THAT’S NOT TRUE – para aqueles que acreditam o repolho ser uma espécie de couve enovelada.

 

Intrigados pela forma cerebral, pelo peso e pelo desenvolvimento meiótico simétrico de biparidade proporcional, a equipe do The F.A.T. encomendou uma pesquisa científica para analisar a fundo estes pseudo-vegetais. Quem nos honrou com suas grandes descobertas foi o renomado cientista grego Prof. Dr. Flatukulahs Luhfthal Peihdofólus. Ele assina a pesquisa e tanto quanto nós, se diz espantado com os resultados.

Por volta do ano 100 D.C., a Brassica oleracea, como o Prof. Dr. gosta de chamar nosso objeto de pesquisa, teve seu primeiro relato de aparecimento. Através de uma avançada técnica de involução de DNA, Flatukulahs reestabeleceu a ordem genética ancestral do repolho, podendo assim determinar o como e o porquê de seu aparecimento no planeta Terra. Em meio a uma crise gástrico-nervosa, nosso cientista nos conta que encontrou compostos de carbono semelhantes aos dos genes humanos no radical do DNA repolhífico, porém sua fusão seria inconcebível sem atividade radioativa por meios de ondas gama provenientes de urânio enriquecido.

Mas a pergunta que não quer calar é: como no ano 100 d.c, alguém faria uma fusão genética com ondas radioativas? Para o Prof. Dr. Peihdofólus a hipótese é uma obviedade – inteligência superior -provavelmente, segundo ele Uranianos tentando comprovar sua existência na Terra são os prováveis executores desta façanha. Na verdade, para o Dr. tudo resultou em um grande fracasso. A cápsula híbrida de DNA jogada na Terra desenvolveu-se abaixo do esperado, originando apenas uma cabeça acéfala e sem membros.

experiencia_uraniana.jpg

Experiência transformaria repolhos em habitantes uranianos no planeta Terra.

Isto comprova-se em lendas, lembra o grego, há sempre um fundo de verdade em cada lenda. Existem sociedades que usam as cegonhas para explicar a vinda dos bebês, assim como também existe o mito de crianças virem ao mundo dentro de repolhos. Uma linguagem figurada, que na verdade foi baseada nestas pesquisas uranianas de desenvolver sua civilização aqui em nosso planeta. Também serve como prova o poder indigesto do repolho. Atribui-se essa peculiaridade ao fato de digerirmos particulas ancestrais de DNA que são difíceis de metabolizar, finaliza Flatukulahs.

A Equipe do The F.A.T., apesar de publicar a matéria, ainda segue em busca de uma segunda opinião, a verdade existe e deve ser contada e analizada até que não se reste nenhuma dúvida. Porém, por precaução, solicitamos ao nosso refeitório, num pedido por escrito direto a nossa nutricionista a Drª. Dulcineide Aparecida da Glória, que retire o repolho do cardápio. It’s coud be true and could be so much cruel…


1 Comentário até o momento
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Sinistro…

Uranianos, nunca pensei que eles fossem capaz de tal atrocidade! Me tornaram um canibal de cabeças sub-desenvolvidas, blehhhh!

\o/

Comentário por Scharlau




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