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Bem-Vindo à Realidade!
A partir de hoje você conhecerá o verdadeiro mundo, os fatos e os eventos que foram escondidos de seu conhecimento agora revelados por nossa equipe investigativa. Alguns poderão ficar chocados, outros permanecerão incrédulos, mas a vida é assim mesmo – inacreditavelmente verdadeira, ou não – acreditar passou a ser só uma simples questão de livre arbítrio.
Você deve estar se perguntando: Por que The FAT (algo que parece gordo, ao invés de FACT, algo que pareceria um fato)? A resposta é simples: nossa equipe de linguística e métrica decidiu que a sonoridade da palavra fact é algo semelhante a blergt, lherct e outras interjeições que expressem nojo. Outros devem estar pensando: Quanta idiotice e baboseira em um só lugar. Bem, para estes, do alto de nossos Q.I.s privilegiados que nos conferem uma excentricidade única, podemos dizer: – Ei, isso magoa…
Por fim, desejamos a todos que queiram adquirir alguma cultura, desenvolver o raciocínio e encontrar através disto a grande verdade da vida que é a diversão sem compromisso. Ler e escrever sobre assuntos de seu interesse apenas pelo prazer, a todos estes, uma boa estada em nosso blog. Aos demais, tomem a pílula azul e sejam felizes. Afinal, como diria o mestre Raul: “Minha única bronca com Deus é ele não ter me feito burro, assim eu seria mais feliz.” Pode ser cruel, mas é a mais pura verdade…
Divirta-se e seja bem-vindo,
Equipe The F.A.T.

3 Comentários até o momento
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hein???
Comentário por Carol Setembro 26, 2007 @ 5:13 pmit’s cruel, but it’s true
Comentário por gsromero Setembro 27, 2007 @ 10:11 amÁtomo de hipopótamo
Não quero isentar-me de nenhuma responsabilidade e nem justificar meus acessos de fúria doméstica num gene doente, mas sempre que eu fui animal irascível fui bem compreendido depois. Nos momentos mais razoáveis da minha vida fui sempre questionado ou ignorado. Minha notável humanidade sempre foi desprezada em detrimento de qualquer defeito menor. Tudo que em mim cheira a anjo é sufocado pelo átomo de hipopótamo que certamente carrego.
Todas às vezes em que eu não explodi, implodi. Deve haver bons pedaços de mim em muito lugares e se alguém entender que tem um motivo para me assassinar, certamente se lembrará da minha frase já tão mastigada: “se eu morrer assassinado, quero dizer, de antemão, que o criminoso já está perdoado”. Eu não estou perdoando o criminoso no sentido dele se livrar da justiça dos homens e usar minha frase como defesa no tribunal do júri. Perdôo como um fator humano, valorando o chavão “aceitar aquilo que não se pode mudar”. Isso é mais um revide do que uma nobreza de alma.
Morrer nos dias de hoje é lucro, não prejuízo, diz a minha ironia. Ironia por ironia, pois jamais analisei a possibilidade de deixar de beber café depois do almoço. Tudo o que eu não sou depende de mim para continuar não sendo. Eu quis ser inteligente e comprei livros. Toda a minha filosofia barata comprei em caros enlatados. Quando externei o que pensei com a minha própria cabeça disseram-me que alguém já tinha desenvolvido o mesmo assunto com mais profundidade e capacidade; de tal forma que toda temática já estava acabada, comprimida, definida e guardada num disquete. Toquei fogo nos livros e me chamaram de ignorante, mas ninguém sentiu que a traça que corroía os livros estava me corroendo também. Ensinaram-me a etiqueta certa de como arrotar e hoje eu dou arrotos elegantes, aprendi também para que serve o carburador do carro e sou culto o suficiente para falar profundamente de qualquer assunto durante 30 segundos.
Wandecy Medeiros: E os Vermes Tinham Razão…
Comentário por Wandecy Medeiros - Patos - PB Outubro 3, 2007 @ 6:51 am